Entender a esquizofrenia 
Resumo esquizofrenia dos elogios a ser atormentado
Resumo esquizofrenia dos elogios a ser atormentado

Quem é que não gosta de ser elogiado? Até é bom para o ego e também para a nossa autoestima, mas ser atormentado até ao esgotamento das nossas capacidades de decidir corretamente com o nosso entendimento e consciência, verdadeiramente ninguém deseja passar por isso.

Nesta página explico como é que a esquizofrenia apareceu-me com elogios, até que essas personagens começaram a me atormentar de várias maneiras, após eu ter perdido a fé em Deus e de deixar de ser um cristão praticante a ponto de adorar o pecado.

 

Ano 1998

Principio dos elogios

Por esta altura costumava praticar atletismo, ciclismo e quando tinha tempo tocava órgão no meu quarto.

As vozes apareceram neste tempo a me elogiar em como era um grande atleta, ciclista e que tocava muito bem órgão e que um dia seria uma pessoa importante cheia de êxitos.

Quando corria ouvia: ali vai o Júlio, um grande atleta que se afasta dos maus caminhos e companhias…

Era uma pessoa cristã que praticava o bem, embora que cometesse pecados leves.

Achava estranho todos esses comentários para com a minha pessoa e como tanta gente me conhecia, mas não dava muita importância de onde vinham, não conseguindo descobrir que era fantasia e não real.

Neste ano começo a cumprir o Serviço Militar Obrigatório na Serra da Carregueira como recruta e depois completo com o Serviço em Queluz.

Tudo correu bem, até que quando estava a fazer o Juramento da Bandeira e fazia os movimentos com a arma e marchava, ouvi uma voz que a identifiquei de como fosse a de meu avô, esta a vir do meio da multidão de familiares que assistiam, a dizer que deviam de dar me tempo que eu ainda seria um grande Homem. Muito sinceramente tive medo, pois sabia que o meu avô não tinha ido à cerimónia e que com isto me podia enganar nos movimentos e ficar de castigo a fazer o serviço por mais uma temporada. Graças a Deus consegui ignorar essa voz e fazer tudo bem, concluindo o Serviço Militar com êxito.

Com isto aprendi que posso ignorar as vozes e me concentrar no que estou a fazer nesse momento.

 

 

Ano 1999

Em atualização

 

Ano 2000

Em atualização

 

Ano 2001

A revolta das vozes

Neste ano enquanto estava no País Basco, Espanha a viver conheci uma amiga na praia a qual senti atração e começamo-nos a dar a conhecer um ao outro até ao ponto de a convidar para jantar num restaurante comigo.

No jantar ela me convenceu a beber vinho, o qual ao princípio recusei, mas como estava sempre a insistir bebi.

Eu nesta altura não consumia nenhum tipo de bebida com álcool, o que foi uma sensação estranha.

Depois do jantar caminhamos á beira de um rio e puxei-a para mim e dei-lhe um beijo, o qual foi correspondido por ela.

Sentindo-nos atraídos fomos fazer amor, mas eu não consegui fazer o ato pois o vinho tinha-me prejudicado.

Noutro dia já me sentindo bem sexualmente quis fazer o que não fizemos de noite e quando lhe digo que desejava fazer amor com ela, simplesmente recusou o que me deixou de rastos.

Não insisti nem a quis obrigar e ela respondeu-me que estava na altura de se juntar com alguém e se casar…

Eu disse-lhe que ainda não a conhecia o suficientemente bem para casar e ela então me deixou.

Dias depois conheço três raparigas e combinamos fazer amor em grupo e fizemos. No outro dia fui ás compras e ouvi comentários das pessoas da loja a falarem mal de mim de que o sexo em grupo que fiz com as minhas amigas não foi correto e de que por isso não prestava, mas tudo isto que ouvia eram vozes criadas pela minha cabeça e não conseguia entender isso.

Tive mais aventuras e adorava ter relações com varias parceiras ao mesmo tempo e elas comigo, pois não encontrava ninguém que gosta-se de mim de verdade a ponto de viver comigo e partilhar-mos nossas vidas e nossos corpos um com o outro, por isso me divertia com todas, gozava a vida ao máximo, em vez de ter alguém na minha vida só pelo dinheiro. Todas as raparigas que encontrava tinham sempre interesse nas coisas que eu tinha e não no meu eu, personalidade, carácter, bondade e amor, foi por isso que nunca me casei.

Foi assim que as vozes se revoltaram e me começaram a atormentar devagarinho até que em 2003 tive um grande desgosto amoroso com outra rapariga a qual foi minha namorada por um bom tempo mas só por interesse económico o que me provocou uma grande depressão e tive uma recaída grave em que as vozes deixaram de me atormentar de vez em quando para um estado permanente ate à exaustão.

Hoje tenho uma relação com uma mulher super amorosa, desde Janeiro de 2010, que me ama de verdade e que me ajudou e apoio-me sempre, sem nenhum interesse no que tenho ou no quanto ganho, mas sim na minha humilde pessoa, carácter e bondade. Desde então afastei-me de ter relações sexuais com outras raparigas ou amigas, me concentrado em retribuir o amor verdadeiro que esta maravilhosa mulher com fé me dá e que Deus nos fez cruzar nesta vida terrena.

Conclusão:

-Os problemas de consciência agravam os sintomas da esquizofrenia, ficando a ouvir mais vozes ou a ter outros tipos de alucinações negativas.

-A estabilidade na vida do dia a dia, no amor e nas emoções, só trazem equilíbrio e bem estar.

-A medicação acertada, ajuda e muito a vida do doente.

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